"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Boletim 267 - [ Por que me renegas?... Palavras... Perseverar... ]











 











Por que me renegas?...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 17/novembro/2017



Louvados são Meus nomes,
Única é a Minha grandeza,
Benevolente a Minha bondade,
Gratificante é o Meu amor;

Dei a ti o livre arbítrio,
A razão e também a emoção,
O ‘sabor’ dos sentimentos,
A vida como Dádiva pura;

Não lhes neguei os prazeres,
Seja da carne, como d’alma,
Dei-lhes o viver pelo pai,
Acolhido no ventre da mãe;

A Terra que lhes recebe,
Oferta o alimento plantado,
O frescor d’água e do ar,
Na partida o chão acolhedor;

Maravilhas palpáveis aos olhos,
O cantar alegre dos pássaros,
A exuberância do ‘nascer’ do dia,
A magia no ‘despertar’ da noite;

Ensinamentos, bondade e paz,
Caráter, a honra e a dignidade,
Solidariedade, piedade e justiça,
Compaixão e caridade no coração;

Solicita ‘Este’ pouco de ti,
O mínimo de generosidade,
A mão amiga real e acolhedora,
A amizade sincera, o abraço;
Que não se ‘alimente’ dos pecados,
Da falsa luxúria que ‘rouba’ a humildade,
Da vil ganância que ‘aniquila’ as atitudes,
Do poder que corrompe e lhes apodrece;

Da nobreza do recíproco amor entre irmãos,
Do respeito entre pais e filhos tão ausente,
O egoísmo que isola e lhe adoece o corpo,
A indulgência que o faz abolir de seus atos;

A lisura nas ações para consigo e o próximo,
A honestidade que deveria ser regra d’ouro,
O exemplo a não se quebrantar nas adversidades,
A confiança inabalável e a Fé que não teme o medo;

Mesmo assim escolhe a tudo negligenciar,
Perder o brio da sua condição de mortal,
Intitular-se ‘deus’ de si e d’esta existência,
Imortalizar-se na riqueza, no falso glamour;

Embevecer das frivolidades e das tolas banalidades,
Contaminar a própria essência que lhes faz habitar,
Não se preza e se faz, pois promíscuo e libertino,
Impuro e sem mérito, ganancioso e pérfido;

Almeja ao reino que lhes é falso enquanto em vida,
Crê ser preciso e engana, rouba e até mata ao alheio,
Crendo que estes são os princípios d’um viver correto,
Levar vantagem, iludir, fazer do mau caráter bandeira;

Arde enquanto vivo no deleite de suas atrocidades,
Vegeta na blasfêmia de suas escolhas sem sentido,
Bebe d’água podre do rancor e do ódio que os envenena,
Na perfídia que o paraíso é o passageiro tempo do viver;

Vende-se de corpo, muito mais d’alma em ignorância,
Cospe e pisa sobre o bem maior ofertado pelo Criador,
A oportunidade do aprendizado que o elevaria depois da jornada,
Abriria as Portas do real plano na Boaventura da eternidade.

 





















Palavras...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 16/novembro/2017



Palavras, pois como saber viver com estas ou sem estas,
Difícil dilema a resolver, outras vezes quase uma benção,
Parecem ser 'as tais' infinitas, mas certamente limitadoras,
Nem sempre dão aos humanos a consciência de seu uso;

Exigem atenção e cuidado, também percepção e resguardo,
Podem ser providenciais, quem sabe o início d'um caos pessoal,
Salvam da morte, como condenam ao 'sentir' de seu peso,
Sabendo usá-las dá-nos a glória, se não, faz-se desgraça viva;

Conduz ao expressar dos sentimentos e das emoções d'alma,
Expõem saudades, solidões que se querem esquecidas da razão,
'Libertam' a muito custo rancores e fortes mágoas do corpo,
Solicita de certo um constante 'patrulhar' do discernimento;

Leva ao prazer do riso que contagia e traz consigo a paz da mente,
Esconde ou traz o 'sorrir' que 'brota' evidente ou disfarçado dos olhos,
Não escolhe, não faz distinção por nada, nem por ninguém, é imparcial,
Permanece à espera da consciente atitude ou no aguardo da desastrosa ação.






















Perseverar...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 15/novembro/2017



De certo chegará uma hora que se cansará da vida,
Rogue então para a esperança não querer lhe abandonar,
Pode até ser que seja 'esta' a se cansar de ti primeiro,
Contudo aprenda a ter paciência, assim permanecerá;

São, pois riscos comuns, contudo nem sempre controláveis,
Necessitam de escolhas bem feitas, não das desastrosas,
Atitudes estas que são regidas pelo ato do discernimento,
O crédito e o pleno entender que viver se faz ser essencial;

A mágica Dádiva da vida ofertada pelo Criador é pura benção,
Seja através do tempo que o 'barco' navega na calmaria d'água,
Ainda mais quando para navegar se precisa enfrentar a adversidade;

Fortalecer assim ao corpo matéria é preciso, dar a este a coragem,
Ofertar o bem da maturidade para o aprendizado saudável d'alma,
Preparar-se enquanto passageiro aprendiz para a viagem da eternidade.















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